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EFLÚVIOS ANTROPOÉTICOS EM TERRITÓRIOS CUSTON

LANGOR EM 3 ATOS

ATO I

Silêncio, quero ouvir o som!
Defeito de fabricação bossanovista contaminada por João Gilberto em Weber e perturbada por
Tom Zé.
PIPOCA AMENDOIN CHICLETE BALA DE GOMA
não tô entendendo nada mas alegria inda é a prova dos 9

ATO I

!

navegar Luciano névoa no mar da minha precária mémoria de alguma poesia na digressão entre para lê-los e paralelepípedos chegar pouco bêbada às dádivas de Nelsinho
na outra ponta e de ponta a ponta wagneriando vociferar que ao subirem nesse palco
pop rock hip hop poesia
audível, pelo amor de ateus
cruzar jazz meio coup de dés Zé espalhado ao lado de haicais de Patrícia e dos pecados de Andréia e cismar a presença ausente ederiante

?

ATO III

com a alma perfumada entre lavandas do moço que caça ratos

para Terezas dormirem

dum lado

e doutro

o dividido menino de cabelos brancos que junta

tanta gente em mim

eu quase dona flor já sem meus dois maridos

parti rolando vila abaixo

antropoeticamente compondo

óxss óxss oxigênio ocitocina mente

oxigena o gênio do gene da gente

ATO FINAL

vivi, porque amei

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cris

em tempo: um prazer reencontrar a menina Roberta e seu companheiro, André, metidos naquele poema, só não soube como metê-los em meus versos - prova cabal de que sou péssima poetisa. mas como nem toda palavra é só poesia ... ô casal! dia desses faço aqui em casa pra vocês almoço para um sarau. bjs.

Comentários

Anônimo disse…
Não estive lá , pelo menos não fisicamente...pena,mas ainda mato as saudades !!

Que bom que você gostou e se divirtiu !!

Afagos
Andréia
Anônimo disse…
cris, vc fez comentários ácidos pessoalmente p/ os antropoéticos, e deixou-nos sem entender se você gostou ou odiou o que viu e ouviu (ou não ouviu). O bar não tem boa acústica, e se a sonoridade não é uma merda pra que temos que ampliar a merda...?
Wagner me indicou seu blog e vi que gostou de algo da atual banda Antropoesia.
então gostei de conhecer vc, que tem um jeito misterioso de dizer: "acho que isso é legal..."
Pipoca amendoim chiclete bala de goma, é um refrão que "descobrimos" no poema crítico-social de Luciano. vai agradar? não sei. "eu sou eu, eu fico eu", é um refrão que descobri no poema de Fernando Pessoa. e na verdade é a última frase do poema. e assim vamos indo levando a merda onde a merda puder chegar...
Douglas - Antropoesia